Dias sem conta
Elas cariciam-me a face.
Maioritariamente, sem encontrar a lã e a ponta
Abraçam o nó da garganta até que o acumular passe.
"Será que a vida se controla?"
Infinitivamente pergunto
A dúvida que se enrola
Do ser inculto:
O não saber da peregrina.
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