sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
Lágrimas
Dias sem conta
Elas cariciam-me a face.
Maioritariamente, sem encontrar a lã e a ponta
Abraçam o nó da garganta até que o acumular passe.
"Será que a vida se controla?"
Infinitivamente pergunto
A dúvida que se enrola
Do ser inculto:
O não saber da peregrina.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
Expressar o amor secreto
Numa dimensão não muito distante,
Um dia te conheci.
Nenhum ser é comparável a ti.
O meu amante.
Pintas a minha vida.
Imenso preenches o meu coração.
Nunca me canso de esperar a tua vinda:´
Te valorizo a ação.
O que vivo é só com o teu amor.
Dor?
Anulas tu!
Canto palavras:
O que sai da minha boca
Sonhos do futuro contigo.
Tens o Ás,
A tua Dama à tua espera fica.
Memorizo o campo semeado de trigo,
As nossas aventuras.
Imagino como me aturas.
A tua admiradora secreta.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
Esperança na luta
Levarei o tempo que precisarei.
Império de pensamentos
Varia o sonho.
Reconforto experimentei.
Ocultos se tornam os batimentos.
Delírios soam
Audíveis e ecoam.
Vivo dos objetivos:
Imagem única.
Direi-te "tenho felicidade crônica.
Amo-me mais do que nunca!"
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
Entre a tolerância e a aceitação
Tenho de me adaptar às situações,
O que já não é inseparável ao ser.
Levo e arrasto correntes até ao fim da minha vida.
Estou na estrada de peões:
Reagir de forma positiva tento parecer.
A vontade grande de fugida
Ruge cada vez mais alto.
O gosto de estar com o pé no chão diminui.
Um coração à boca dá um salto.
Amadurecer a ideia fui,
Criar as barreiras ferramenta desmonto,
Escalo o buraco
Imerso das profundezas.
Tendo em conta as despesas
Aceitarei o mapa desenhar,
Redefinindo a meta e o seu processo opaco.
sábado, 1 de dezembro de 2018
terça-feira, 27 de novembro de 2018
Qual plano?
Sou um peregrino perdido
E luto por não esquecer
Quem sou e o caminho pretendido.
Em todo o meu destino
Entre os sonhos pessoa enriquecer
Alteram-se os processos dos planos
Com o surgimento dos obstáculos naturais.
A partir dos sentimentos ao falta deles
Poderei, novamente, esquecer-me dos meus negativos anos.
De todas as mudanças consequenciais.
Que fizeram o que sou hoje.
"Quantas vezes já parei de pensar em mim?"
"O que quero na vida?"
São os pensamentos que afastam-me dos outros e do eu, assim.
Sobrevivendo constantemente à dúvida.
Ajo como um robô
Feito pela sociedade
Indo pela estrada do diabo
Onde só tenho de aceitar a realidade
Do meu passado.
Sei qual é a realidade
Que a vida ofereceu.
O conselho do meu antepassado,
Que com todas as forças me abasteceu:
"Hoje em dia as pessoas, nomeadamente, vocês mais jovens vivem tão depressa que não vivem. Aviada é para ser vivida devagarinho: apreciar o apertar do atacador do tênis...apreciar o abrir a porta para sair à rua... Hoje em dia vive-se demasiadamente depressa e perde-se as oportunidades de viver realmente a vida. A vida é todos os dias, é todo minuto, é tudo o que faz. Tu do o que corre mal faz parte da vida. Tudo o que corre bem faz parte da vida."
Depois do reconhecimento
Vem a aceitação
E apreciar a vida:
Que é o planejamento do meu coração.
domingo, 25 de novembro de 2018
Negação
Negação
É o passado não olhar
E o presente não aceitar
Tentando reagir ao futuro da minha ação.
Sinto cada um de vocês.
Penso em cada um de vocês.
Pode-se fazer 2, 5 meses ou 10 anos
Qualquer dia encontraremo-nos.
Talvez...
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
Pessoas Imortais
Estou sentada
No autocarro.
Tatuo os nomes da
Entidades queridas que
Se foram...
Queria poder estar com vocês:
Último desejo que vos inserem.
Entristeço ao saber que
Recuperar o vosso sorriso
Impossível será.
Dia das Bruxas
Ou outro dia qualquer
Será sempre assim.
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
A busca do infinito
A
maquilhagem disfarça
A realidade
dos sentimentos,
Dos
invisíveis coices
Que com grande impacto veem na minha direção.
Dou um sorriso para as diferentes faces
Que encontro pelo caminho.
Num processo
de desgaste
A lagrima
cai do rebentinho.
Para existir
uma flor
É preciso um
rebento.
Ao momento tempo dou valor
Como à
natureza e o seu funcionamento.
Os olhos
observam a corrosão
Da imagem
dissimulada.
Com esta
alusão
Peço-te
proteção.
Bomba que
muro arrebentou:
Um círculo
de fogo cria-te
E a
precariedade se implementou
Engasgados
os termos da voz estão.
Repara …
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
O tempo tal como mostra, esconde!
Idulum objeto de divindade
Ou pessoa admirada:
Eis o significado aprendido com a idade,
Tão estudada.
Eu tenho dois ídolos,
Não sei qual deles gosto mais.
Queria poder abraça-los
sem atravessar os cais.
A seguir do primeiro barco,
Repetidamente, vi os remos serem atirados à água.
De uma forma crua
Tu disseste: "Eu embarco feliz."
Depois de muitos telefonemas
Criou-se telepatia
Até que um dia
Chegou a hora da última sessão nos cinemas.
A derradeira imagem:
Uma borda de uma banheira,
"Fetos, que as mudanças abafem",
E um "Estou aqui!" como ela tal dissera.
De todo o tempo que passei convosco,
E por mais doloroso que seja o vosso embarque,
Do fundo da minha alma incompreendida:
Nunca vos esquecerei e sempre vos amarei!
domingo, 15 de julho de 2018
quinta-feira, 24 de maio de 2018
quarta-feira, 23 de maio de 2018
sexta-feira, 11 de maio de 2018
sexta-feira, 27 de abril de 2018
segunda-feira, 16 de abril de 2018
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Quem sou? Para onde vou?


Andando de um lado para outro
Não sinto o meu corpo.
Não encontro o ouro
Desta alma tipo.
Ciente estou:
Rica de amigos sou,
De família também
E de emoções não sabe ninguém.
Contínuo o caminho,
Não pelo destino,
Mas feito pelos meus pés.
sexta-feira, 30 de março de 2018
Imaginação fértil
Fazia sons perigosos ao chamar-me, arrastando consigo os seus pesos do seu extenso ser.
A sua velocidade foi tão feroz que me engoliu, arrastando-me com ele para sua casa. A única coisa que eu vi foi a pessoa a quem gritei "corre!" e aluz do luar redondo naquele cenário preto.
sexta-feira, 23 de março de 2018
Medo, empatia e iguladade
Ela foi embora
E a companheira bateu à porta.
Deixei-a lá fora.
Revoltada voltou.
"Doçura ou travessura?"-perguntou.
Ao sétimo tempo pressenti
Enquanto no oitavo senti
A ameaça a vir.
Ilusão criei.
De ironia comecei a rir
Da falta de chão, que
Saltei e a algo me agarrei.
Olhei para baixo,
Pessoas simultaneamente gritavam socorro.
Deixo-me cair.
Neste tempo preciso de um gorro.
A proteção desceu.
Os prisioneiros ainda não se calam.
Tiro o chapéu,
Todos param.
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
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